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Carlinhos Pinheiro

Mensagens

O Sábio
Numa cidadezinha modesta
Havia um grande sábio.
Toda a população recorria à ele em busca de ensinamentos e orientação para a vida.
Havia também, um menino que não aceitava a autoridade do sábio e vivia articulando uma forma de desmoralizá-lo perante a população.
Depois de muito pensar achou um jeito:
Prenderia um pássaro em suas mãos.
Depois perguntaria ao sábio se o pássaro está morto ou vivo.
Se o sábio dissesse que ele está morto, o menino soltaria o pássaro se dissesse que ele está vivo, ele mataria a ave.
Assim o sábio não acertaria nunca!
Chegou perto do sábio e perguntou:
- Sábio, o senhor que sabe tudo, responda, este pássaro que está nas minhas mãos está vivo ou está morto?
O sábio olhou serena e fixamente em seus olhos e respondeu:
- Meu filho.
O destino do pássaro está nas suas mãos.
A sua vida também está nas suas mãos.
Pense Nisso e faça o melhor que puder por ela.

O preço de um Resgate
Era Domingo, terminara a Missa. O zeloso sacerdote, muito estimado pelos seus paroquianos, convidou para vir à frente um ancião de aspecto venerável. Depois apresentá-lo como o mais querido amigo de sua já remota mocidade, manifestou o desejo de que ele saudasse os presentes e lhes dirigisse algumas palavras que julgasse proveitosas para uma piedosa reflexão.
Os fiéis fitavam com curiosidade o idoso senhor,que se mostrava pensativo, simples e despretencioso. Este, após costumeiros cumprimentos iniciais, disse-lhes:
Eu quero contar-lhes um fato ocorrido há vários anos, a fim de tirarmos uma ligação. Tenho certeza de que todos gostarão de ouvir esta narração.
Um pai de família, seu filho adolescente e um amigo deste navegam num barco pelo mar quando foram surpreendidos por violenta tempestade. Marinheiro experimentado, o pai tratou de regressar logo à praia. Mas era tarde...As ondas eram tão violentas que em pouco tempo ele perdeu o controle da embarcação.
Depois de quatro horas de intensa luta para se manter à tona, uma gigantesca onda varreu o frágil barco, arrastando para o mar os dois jovens. Já era noite.
Sem tardança, o pai pegou a única bóia de resgate que havia e teve de tomar a mais difícil decisão de sua vida: a qual dos dois jovens deveria ele laçar a bóia?
Não tinha mais que alguns instantes para decidir. Sabia ele que seu filho era católico praticante, sério cumpridor dos mandamentos: mas que seu amigo, infelizmente, não o era.
Maior que o ímpeto das ondas do mar era a angustia da decisão a tomar, no coração desse pai. Ele via os dois jovens a poucos metros um do outro e sabia que só conseguiria salvar um. Qual dos dois?!
Foi porém, curta sua hesitação. Com voz lancinante, bradou: ?Ouça-me, meu filho, você conhece o imenso amor que lhe tenho. Ponha-se nas mãos de Deus e recomende-se a Maria Santíssima!?. E atirou a bóia para o outro, salvando-o. Quanto ao, em poucos instantes desapareceu de sua vista, arrastando pelas ondas. Não se encontrou sequer seu cadáver?.
Considerando com serenidade a ansiosa expectativa de seus ouvintes, o ancião tirou a seguinte conclusão do comovente drama narrado: ?O pai sabia que seu filho, morrendo, iria para a eterna Bem-aventurança com Nosso Senhor. Mas temia pelo destino do seu amigo, pois este trilhava na vida o mau caminho. Foi por isso que decidiu abandonar seu filho ao sabor das ondas, para salvar a vida do outro.
Os assistentes retiraram-se aos poucos, em profundo silêncio.
Na saída, um jovem que havia observado com especial atenção o velho homem ao longo de sua emocionante narrativa, aproximou-se dele e lhe perguntou:
- Foi uma bonita história que o senhor nos contou, e ela nos ajuda a compreender melhor o amor que Deus provou ter aos homens, entregando seu Divino filho pela salvação de cada um de nós. Mas será que esse pai viu bem a realidade naquele trágico instante em que decidiu deixar morrer afogado seu filho, com a esperança de que o outro se convertesse? E o outro se converteu?
Expressando em sua fisionomia dor e, ao mesmo tempo, alegria o homem respondeu com doçura:
- Compreendo o que você diz, meu caro jovem. Pode ser que ele não tivesse visto bem a realidade no angustiante momento de tomar aquela terrível decisão. É bem possível. Mas tenho algo mais a lhe dizer: é que esse pai sou eu, e o amigo de meu filho é os eu Pároco....

O Cavalo
Um fazendeiro que lutava com muita dificuldade possuía alguns cavalos que ajudava nos trabalhos em sua pequena fazenda.
Um dia, seu capataz veio trazer noticia de que um dos cavalos havia caído um velho poço abandonado.
O poço era muito profundo e seria extremamente difícil retirar o cavalo de lá.
O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado.
Mas, pela dificuldade e o alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.
Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço ate enterrá-lo ali mesmo.
E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo... Mas, a medida que a terra ela ia se acumulando no fundo possibilitando o cavalo a ir subindo.
Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo a medida que a terra enchia o poço, até que finalmente conseguiu sair.
Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo a seu dono na fazenda.
Se você tiver lá embaixo, sentindo a vida sem sentido, e os outros jogaram sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidades e de apoio, lembre-se do cavalo desta história.
Não aceite a terra que jogam sobre você, sacuda-se e suba sobre ela. E quanto mais jogarem, mais você vai subindo... subindo...subindo...até chegar um dia na vida eterna.

A Coragem
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.
Um deles podia sentar-se na cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. Sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas dos seus empregos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do Aldo começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do Aldo de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos.
Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imagina a pitoresca cena.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram.
Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sem e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora.
Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

A Borboleta
Um dia uma pequena abertura apareceu em um casulo. Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então, pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe possível e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta pegando uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta por que ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário para passar através de pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para suas asas de modo que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quais quer obstáculos, ela nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. Eu pedi força... e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi Sabedoria... E Deus me deu Problemas para resolver.
Eu pedi Prosperidade... e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar.
Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar.
Eu pedi Amor... e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar.
Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidade.
Eu não recebi nada do que pedi...
Mas eu recebi tudo o que Precisava.

Bens Materiais
Preste atenção minha gente no que eu tenho pra dizer
Este é um fato muito triste e que jamais vou esquecer:
Existiu um cidadão ganancioso demais,
Só pensava em poder e em bens materiais.
Tinha uma esposa mal amada e um filho por nome Juninho,
A quem pouco dava atenção e jamais dava carinho!
O pai ignorava a família e só pensava no dinheiro
Não tinha morada certa nem tão pouco paradeiro.
Quantas vezes a mãe ao lado de seu filhinho
Passavam Natal, aniversários e outros dias sozinhos.
O filho às vezes chorava querendo o pai encontrar
E a mãe sempre dizia querendo lhe consolar
Seu pai está trabalhando pra mais conforto nos dar!
O pai sempre viajando por este chão brasileiro
Não media as conseqüências
Pra ganhar o seu dinheiro.
Certa vez um bom dinheiro ele conseguiu ganhar
Comprou o carro que ele vivia a sonhar
E depois de um bom tempo, com a família veio encontrar.
Chegou em casa no seu carro dirigindo
E para a sua família foi logo se exibindo
Era um carro de luxo da cor azul do céu
Que para todos ele mostrava, como se fosse um troféu.
O filho com saudades, perto do pai chegava.
Mas ele não dava atenção, nem sequer pro filho olhava.
O homem só falava do carro, até parecia um louco
Depois de algum tempo, resolveu descansar um pouco.
O pai foi dormir e o garoto ficou acordado.
Olhando pra aquele carro viu sujeira do lado.
Na inocência de criança querendo o pai ajudar,
Pegou um balde de água para o carro lavar
Pegou uma bucha de aço e começou a esfregar.
Depois com simplicidade foi correndo o pai acordar!
O homem ao ver o carro todo arranhado
Parecia um animal feroz e descontrolado
E como um demente que não sabe o que faz
Nas mãozinhas do menino começou a bater
A mãe num quarto trancada não pode seu filho ajudar

Sorria
Superar os óbices da estrada que palmilhamos e transformar nossos destinos para melhor é convite que recebemos todos os dias.
Apesar de parecer que em certos dias não temos forças para cumprir com nossa parte na construção da vida melhor para todos, não duvidemos da Proteção do Mais Alto.
Toda vitória chega paulatinamente, não por atitudes grandiosas que pisquem em néon?, mas através de pequenas atitudes adotadas perante os desafios. A primeira de que falamos é o sorrir.
O sorriso, desprezado por tantas pessoas, é uma ferramenta valiosíssima em nosso cotidiano.
Importante no viver de toda gente, aquele que sorri cativa mais simpatias, consegue desarmar situações de tensão, supera mais as angústias.
Quem se habitua a sorrir, cultiva o otimismo que serve de combustível para o entusiasmo.
Quem é alegre, aprende a transferir o que tem de melhor para os outros, transpondo os obstáculos com inteira confiança e muito mais...
Não deixe para mais tarde, sorria desde já e experimentará ser feliz. Difícil não se surpreender com os resultados.

Amor Exigente - Oque importa é o Amor
Um dia, um pai, grande empresário de família muito rica, levou seu filho de seis anos a um lugarejo com o firme propósito de mostrar a ele a pobreza e com as pessoas podiam viver em um mundo onde só os ricos e poderosos tinham vez e voz.
Ficaram dois dias no sítio de uma família muito pobre.
Retornando da viagem, o pai perguntou ao filho o que ele tinha achado do passeio e se ele havia notado como era difícil a vida daqueles que pouco tinham para viver.
- É pai, eu notei que nós só temos um cachorro em casa, e eles têm quatro.
Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim e eles têm um riacho que não tem fim Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteira. Nós temos alguns canários que vivem presos em gaiolas e eles têm todas a aves que a natureza oferece, soltas! Nossa comida é toda industrializada e na maioria e a deles é pescada nos riacho, colhida na horta ou tirada do terreiro.
Notei também, papai, que eles rezam antes de qualquer refeição, enquanto nós em nossa casa sentamos à mesa falando de etiquetas, negócios, eventos sociais, comemos empurramos o prato e pronto, No quarto, onde dormi com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia se quer rezar, enquanto ele ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive nossa presença na casa deles, e nós e dormimos. Enquanto o menino falava, seu pai ficava estupefato, sem graça, envergonhado. E o filho na sua sábia ingenuidade, levantou-se, abraçou o pai e disse: Obrigado por ter me mostrado o quanto eles são riscos, e quão pobres e mesquinhos nós somos.
Tudo o que temos depende da maneira como olhamos.
Viva feliz e compartilhe com amor tudo o que Deus lhe deu.

Galeria de Fotos:

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